Horário de Verão 2011

Horário de verão 2011

O horário de verão 2011/2012 começará às 0h do dia 16 de outubro de 2011 e terminará às 0h do dia 19 de fevereiro de 2012.

Significa que, da noite de sábado 15 para domingo 16, as pessoas que moram nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste do Brasil onde o horário de verão vigora deverão adiantar seus relógios em uma hora.

1 – Requisitos para alterar o horário da Impressora.

Antes de realizar a alteração do horário da impressora, não pode ter tido nenhuma operação na impressora. Para isso basta tirar a redução Z no final do dia normalmente e no dia seguinte pela manhã, antes de realizar a abertura do caixa, teremos que realizar os passos a seguir. Como o horário de verão será alterado de sábado para domingo, e normalmente o comércio não abre no domingo não haverá nenhum problema em realizar a troca na segunda pela manhã.

2 – Como alterar o horário da Impressora.

Acesse no caixa expresso o Menu UTILITÁRIO – HORÁRIO DE VERÃO.
Basta clicar na opção Horário de verão (nada será mostrado na tela após clicar).

Após clicar nessa opção, siga os seguintes passos:

- Saia do Caixa Expresso;

- Altere o horário do computador para o horário de verão;

- Acesse o Caixa Expresso;

- Emita uma Leitura X e verifique se o horário está alterado.

OBS: Esse procedimento irá funcionar para todas as impressoras sejam elas Matriciais ou fiscais. Preparamos um material explicativo para você tirar suas dúvidas. Leia mais.

Caso tenham algum problema, por favor, não deixe de entrar em contato através do telefone do suporte (21) 3099-0099 ou acessando o site (www.controplan.com.br).

Att,

Equipe de Suporte Controplan Software.

Mudança no Simples pode beneficiar milhões de empresas

O projeto de Lei Complementar (PLP) 87/11, aprovado pela Câmara dos Deputados, pode beneficiar mais de 5,3 milhões de empresas no Simples Nacional, conforme avalia o gerente de Políticas Públicas do Sebrae, Bruno Quick. Entre as medidas, o projeto ajusta em 50% as faixas e o teto da receita bruta anual dos micro e pequenos negócios do Simples e cria o parcelamento de débitos de empresas que integram este regime especial de tributação.

As mudanças foram comemoradas por parlamentares, integrantes de entidades empresariais e do Sebrae. “Ampliar as faixas do Simples permite que as empresas possam se desenvolver”, diz Bruno Quick, explicando que, muitas vezes, esses empreendimentos evitam crescer para não estourar o teto de receita exigido e não serem excluídas do sistema.

Bruno Quick lembra a necessidade de continuar buscando o fim da cobrança do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS) via substituição tributária, o que prejudica as empresas do Simples Nacional, e incluir novas categorias econômicas no sistema. Estas questões estavam no Projeto de Lei Complementar 591/11, que também tramitava na Câmara dos Deputados, mas que não foi apreciado por acordo entre parlamentares e governos estaduais.

Grandes incentivos

“Só o ajuste nas faixas do Simples e o parcelamento de débitos de empresas do sistema já são grandes incentivos”, avalia o presidente da Confederação Nacional das Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Comicro), José Tarcísio da Silva. Ele defende articulações no Senado para incluir no projeto o fim da cobrança do ICMS via substituição tributária para os pequenos negócios e pela inclusão de novas categorias no sistema.

No geral, a decisão da Câmara agradou. “Foi a melhor notícia do ponto de vista de política pública para os pequenos negócios”, considera o superintendente do Sebrae no Rio Grande do Norte, Zeca Melo, que acompanhou a votação.

O vice-presidente da Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB) e integrante do Conselho Deliberativo Nacional do Sebrae Nacional, Luiz Carlos Furtado Neves, destaca os impactos positivos da medida, lembrando que os micro e pequenos negócios são maioria no país. “A CACB tem 2,3 mil associações que, juntas, reúnem mais de 2 milhões de empresas. Destas, 95% são micro e pequenos negócios”, exemplifica.

O secretário-executivo do Simples Nacional, Silas Santiago, lembra que com o projeto aprovado e a lei sancionada, ainda este ano já começam a valer benefícios como o parcelamento de débitos de empresas do Simples. “Isso se estenderá a quase 500 mil empresas ”, diz.

Ex-presidente da Frente Parlamentar Mista da Micro e Pequena Empresa no Congresso Nacional, o ex-deputado Claudio Vignatti também acompanhou a votação. Ele lamenta especialmente que os acordos para aprovação do projeto tenham deixado de fora pontos como a solução da cobrança do ICMS e a inclusão de novas empresas no sistema. “Em matéria tributária, se não ocorre acordo, há problemas para sua aprovação”, observa.

Dicas para você controlar as finanças

Como parte da matéria compartilhamos esta planilha  de controle financeiro (baixe aqui).

Registre TODAS suas movimentações
O mais importante é registrar todas as movimentações. Não algumas delas, todas.
Se você não registrar todas as movimentações, no final a conta não vai bater e acoxambrações ou alterações técnicas serão necessárias.
Contabilmente, existem diversos tipos de movimentação e elas são razoavelmente complexas.

De quem é e onde está o dinheiro?
Na aba “Balanço” você perceberá que registramos o quanto cada sócio investiu na empresa. Mesmo que você não tenha sócios, é importante registrar esses investimento para conferir se os resultados batem no final.

A fórmula é basicamente a seguinte: Dinheiro de investimento + Resultado da empresa = Ativos.
Os ativos representam seu dinheiro em caixa, no banco, em equipamentos, etc.

O fluxo de caixa é o rei
Se você fechou uma venda a prazo e o dinheiro vai cair aos poucos na conta, considere essa receita aos poucos. O dinheiro que importa é o que está na sua conta. Se você sabe que irá demorar a receber por uma venda, confira se você tem capital o suficiente para aguentar esse período.

As contas estão batendo?
Como já dizia Lavoisier “Nada se cria, nada se destrói. Tudo se transforma”. Seu dinheiro não simplesmente some, ele foi para algum lugar. Se as contas não batem no final, ou você esqueceu de registrar alguma coisa ou registrou no lugar errado.

Por mais que seja chato ficar procurando por esses errinhos, isso é fundamental para evitar dores de cabeça no futuro.

Conclusão
Lembre-se que TODAS as empresas precisam de um contador para a gestão financeira. Esses conceitos devem ser aplicados para ter uma ideia melhor de como estão suas finanças e evitar dores de cabeça, mas quem vai fazer o fechamentos desses resultados é o contador.

Fonte: Blog Saia do Lugar


Receita Federal prepara ‘malha fina’ para pequenas e médias empresas

Novo sistema cruzará os dados de todas declarações das empresas. Em 2013, com sistema em pleno vigor, fiscalização deve multiplicar por sete.

A Secretaria da Receita Federal prepara uma ofensiva na fiscalização de pequenas e médias empresas por meio do cruzamento de todos os dados declarados pelas companhias, transformando o processo de fiscalização em um verdadeiro “big brother tributário”.

Segundo o subsecretário de Fiscalização da Receita Federal, Caio Marcos Cândido, um novo sistema de malha fina para as pequenas e médias empresas deverá estar funcionando a pleno vapor em 2013, cruzando os dados de todas as declarações prestadas, além de informações obtidas por meio da nota fiscal eletrônica e da escrituração digital.

“Nossa ideia é implementar a primeira fase no ano que vem. Vamos organizar o sistema, começar a colocar lá as informações. Mas os cruzamentos de dados devem começar somente em 2013″, disse Caio Marcos ao G1. Para as grandes empresas do país, que já têm um acompanhamento especial por parte do Fisco, não haverá grandes mudanças.

Quando esse cruzamento de dados começar a acontecer, o Fisco pretende disponibilizar um serviço de autorregularização para as empresas, semelhante ao que já é liberado para as pessoas físicas. Por meio desta autorregularização, as empresas poderão quitar seus débitos com o Fisco, antes de a multa de ofício ser lançada, pela internet.

De acordo com o coordenador geral de fiscalização da Receita, Antônio Zomer, o projeto é ousado. A meta é, pelo menos, multiplicar por sete a fiscalização das pessoas jurídicas efetuada por meio de sistemas, as chamadas malhas fiscais, que operam sem a intervenção humana.

Atualmente, a revisão das declarações das pessoas jurídicas somam cerca de 3,5 mil por ano, segundo informações da Receita Federal. A meta é chegar, com o novo sistema, a uma fiscalização de 25 a 30 mil empresas anualmente. A fiscalização, segundo ele, também englobará os valores pagos ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

Para Welinton Mota, diretor tributário da Confirp Contabilidade, tudo caminha para que o pagamento de tributos pelas empresas no Brasil se transforme em um “big brother tributário”. “A tendência é que as médias empresas sejam fiscalizadas mais de perto por este software inteligente, esse big brother tributário. Chega uma hora que não tem escapatória. A Receita vai ter as informações nas mãos”, disse ele.

Mota lembrou que o Fisco já vem investindo em tecnologia de fiscalização nos últimos anos, por meio da nota fiscal eletrônica e da escrituração digital, e avaliou que é uma questão de tempo até o órgão organizar um programa que cruze todas estas informações das empresas de forma mais ágil.

“As informações já estão dentro dos computadores do Fisco. Das compras, talvez 90%, também é por nota fiscal eletrônica. Tudo que está comprando ou vendendo, eles sabem item por item. As vezes, têm vendas canceladas, devoluções, e tem de informar nos livros digitais. Daqui a pouco, não tem informação nenhuma que a gente vai esconder do Fisco”, concluiu Mota, da Confirp Contabilidade.

Fonte: Portal G1

III ENCAD no interior – Inscrições abertas para Teresópolis!

III ENCAD no interior – Inscrições abertas para Teresópolis!
Realização: CRA-RJ
Dia: Quinta-feira 17 de agosto – Horário: das 18:30h às 21:30h
Local: UNIFESO – Centro Educacional Serra dos Órgãos, Av. Alberto Torres, 111 Alto
Contato: projetos@cra-rj.org.br
Inscrições: Clique aqui

PROGRAMAÇÃO:
Painel: “Recursos Organizacionais: A busca da excelência”
1º palestrante – Adm. Wagner Siqueira – Presidente do CRA-RJ – “Os desafios de RH no século XXI”
2º palestrante – Adm. Hélio Meirim – “Processos Logísticos e desdobramentos”
Currículo: Adm. Hélio Meirim Mestre em Administração de Empresas – Logística Empresarial. Experiência como executivo em empresas nacionais e internacionais, tendo desenvolvido projetos com foco em produtividade, processos, gestão de pessoas e melhor relação custo x nível de serviço. Atuação em projetos de estruturação da área de Supply Chain, redefinição da rede logística e otimização da cadeia de suprimentos. Docente nas cadeiras de Logística e Suprimentos.
Mediador: Adm. Rodolpho Peixoto Mader Gonçalves – Representante da Casa do Administrador Região Serrana II – Teresópolis