Branding além da morte: qual o segredo das marcas que nunca morrem?

Marcas como Banco Nacional, Kolynos e TV Manchete têm em comum o fato de representarem empresas ou produtos que deixaram de existir já há alguns anos. Mas, mais que isso, elas integram o seleto grupo das que têm conseguido sobreviver mesmo depois de decretada a morte dos negócios ao qual estavam vinculadas. Por que algumas marcas conseguem se manter vivas na memória do público mesmo após deixarem de existir oficialmente?

“Embora afetada pelo fim do negócio, a marca só deixará de existir, de fato, quando ninguém mais lembrar dela”, explica Flávio Ferrari, especialista em Inteligência Competitiva, Marketing e Comunicação.

Ferrari destaca que é importante separar organização e marca, algo que – enquanto ambas estão ativas – é praticamente impossível de se fazer. Com o fim de um negócio, entretanto, a separação se torna mais evidente e, na maioria dos casos, a morte deste não acarreta necessariamente a extinção da percepção de valores que o público tem sobre ele.

Tal separação é importante, inclusive, na hora de colocar uma marca à venda. Como explica o professor Marcelo Boschi, da ESPM/RJ, “existem muitos casos relatados na bibliografia sobre marcas de empresas em processo falimentar que, mesmo após o fechamento de suas atividades, conseguem negociar suas marcas”.

A cadeia de lojas de departamentos Mesbla é um exemplo disso. Mesmo em meio a várias dificuldades, sua reputação construída ao longo de 85 anos garantiu a venda de seu controle acionário por R$ 600 milhões.

“A questão central é tratar a marca como um ativo, ou seja, algo que tem valor e consequentemente é possível de ser comprada e vendida em qualquer fase de sua vida”, complementa Marcelo Boschi.

Fonte: portal Administradores.

Preços do e-commerce acumulam queda

Os preços apresentados nos sites de e-commerce em abril registraram deflação de 2,03%, ante o mês imediatamente anterior e de 0,53% em relação ao mesmo mês no ano passado, segundo índice divulgado pela Fundação Instituto de Administração (FIA). A deflação acumulada nos últimos 12 meses é de 10,45%.

O índice não registra crescimento nos preços desde outubro de 2011, quando houve alta de 0,7%. Em 2012 a deflação totaliza 6,30%. As categorias que impulsionaram o decréscimo foram eletroeletrônicos (-0,77%), medicamentos (-0,61%), telefonias celulares (-0,59%), cine e foto (-0,30%), eletrodomésticos (-0,27%), CDs e DVDs (-0,255%) e brinquedos (-0,22%).

Fonte: Portal Terra

Faturamento do e-commerce deve aumentar 25% com Dia das Mães

O comércio eletrônico deve registrar crescimento de 25% no Dia das Mães deste ano, na comparação com 2011.

Com isso, a expectativa é que o faturamento alcance R$ 950 milhões, segundo estimativa divulgada pela e-bit. A data  é a segunda maior em relação ao faturamento, perdendo apenas para o Natal. No ano passado, o setor faturou R$ 760 milhões com a venda de produtos para as mães.

Ao analisar os produtos que devem ser mais vendidos, os dados apontam os da categoria Saúde, Beleza e Medicamentos, além de Flores, Presentes e Cestas.

“Esse ano, assim como aconteceu em 2011, a categoria ‘Moda e Acessórios’ deve figurar entre as mais vendidas. O IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) reduzido para eletrodomésticos também pode contribuir para maior venda dessa categoria”, diz a diretora de negócios da e-bit, Cris Rother.

Fonte: Blog do PagSeguro

Brasileiros estão entre os que mais compram em lojas vituais

Consumidores brasileiros gastam em média 27% de sua renda disponível em compras pela web, à frente da média global (23%), segundo uma pesquisa realizada pela WorldPay em 15 países. A Índia foi o país que apresentou a maior proporção, com uma média de 33% da renda disponível destinada a sites de e-commerce, seguida pela China (31%), Reino Unido (25%) e Estados Unidos (23%). Em relação ao Brasil, 8% dos entrevistados – que para participar da pesquisa deveriam ter realizado ao menos uma compra on-line nos últimos seis meses – afirmam que já chegou a gastar até mais da metade de sua renda disponível em compras pela Internet. O Reino Unido é o país que apresenta o maior índice neste quesito (11%), sendo que a média dos entrevistados globais é de 7%.

O estudo da WorldPay fez uma análise sobre o comportamento dos compradores desde o início da recessão mundial, e mostrou que 63% dos consumidores da China estão realizando mais compras online, contra apenas 5% que relatam ter diminuído seus gastos. Este crescimento líquido de 58% superou por uma grande margem o índice da segunda colocada, a Índia, que obteve um percentual de 30% neste mesmo índice (45% x 15%). No Brasil, 39% dos compradores afirmam gastar mais em compras online desde a crise, contra 19% que afirmaram ter gastado menos, o que gera um crescimento líquido de 20%.

O forte crescimento dos gastos dos consumidores chineses condiz com os resultados de uma outra pesquisa apresentada pela Translated, a qual mostrou um índice estatístico que determina a participação dos países no mercado online através da combinação entre o PIB per capita e a total de usuários de internet. Esta pesquisa prevê que embora o mercado de e-commerce dos Estados Unidos tenha sido o dobro do chinês em 2011 (24,4% x 11,5%), até 2015 as posições devem se inverter (16,8% para os Estados Unidos contra 18,8% para a China).

Maioria das compras são realizadas à tarde e à noite

Os dados do “Global Online ShopperReport” da WorldPay ainda mostram que a maior parte das compras online (44%) acontece entre às 18:00 e a meia-noite, com o pico às 20:40; 30% ocorrem à tarde, entre o meio-dia e às 18:00; 16% na parte da manhã, das 6:00 ao meio-dia, e os 10% restantes na madrugada, da meia-noite às 06:00.

A pesquisa também revela que a maioria das transações (95%) é realizada na casa dos consumidores, sendo os cômodos mais comuns a sala de estar (54%), o quarto (43%) e o escritório (43%).

Outros dados importantes:

Quase 30% dos e-consumidores entrevistados afirmam realizar suas compras enquanto estão no ambiente de trabalho. Além disso, 8% revelam ter comprado durante os feriados, enquanto 7% diz ter feito o mesmo em cafés, pubs, bares ou restaurantes, e 6% na faculdade ou universidade, no carro ou até mesmo em lojas físicas.

Proporção considerável de entrevistados afirma realizar diversas atividades enquanto compram pela internet, fato que torna ainda mais difícil para os comerciantes reter sua atenção. Do total, 46% relataram assistir televisão; 42% escutar música; 31% navegar em sites de mídias sociais (redes sociais / blogs); 29% conversam com amigos e familiares e outros 21% afirmam prestar atenção no rádio durante o processo de compra.

Mais de um terço dos consumidores que compram frequentemente (aqueles que gastaram 30% ou mais de sua renda disponível comprando online em 2011) realizou transações pela internet utilizando um smartphone. O mesmo quesito apresentou um percentual de 17% entre os “consumidores moderados” (que gastaram entre 10 e 30% de suas rendas disponíveis online). O primeiro grupo também é mais propenso a comprar através de tablets (23% x 9%). Do total, 5% afirmam ter realizado compras através de uma smart TV.

Fonte: E-Commerce News

7 dicas para obter sucesso no e-commerce

Matéria retirada do blog da DotStore.

Há lojas virtuais que ao iniciarem seus projetos, o fazem sem planejamento e sem estabelecer perspectivas. Dessa forma, o sucesso além de não poder ser mensurado acaba por, fatalmente, não ser alcançado.

Na maioria das vezes as questões que deixam os lojistas desmotivados quanto ao sucesso do seu empreendimento, giram em torno de situações cotidianas do mercado virtual, como logística, reclamações de clientes e problemas de comunicação; tais situações seriam trabalhadas facilmente com um planejamento bem desenvolvido.
Nesse sentido, visando aperfeiçoar o desenvolvimento de sua loja virtual, há 7 caminhos que, bem trilhados, podem direcionar seu e-commerce ao sucesso. Veja:

1. Liderança para o projeto
Para o seu empreendimento obter sucesso é necessário que o lojista tenha visão e aspire sucesso. Não adianta ter todas as situações técnicas favoráveis, se o lado humano da loja virtual não almeja crescimento. Portanto, o lojista deve desejar que seu empreendimento cresça e motive seus colaboradores a trabalharem com o mesmo foco.

2. Estratégias bem estabelecidas
Para uma loja virtual de sucesso é importante que todas as estratégias sejam devidamente estabelecidas, levando em consideração fatores como informações de clientes, mercado, segmento, fornecedores, colaboradores, prestação de serviços, marketing e divulgação, vendas online e processo logístico. Em seguida, é preciso elaborar planos de ação, visando as condições de investimento e as expectativas de retorno.

3. Foco nos clientes
Tenha em seu cadastro de clientes informações sobre os mesmos que possam te auxiliar no momento de lidar com suas preferências e necessidades. Dessa forma, as ações voltadas à conquista e fidelização desse consumidor será muito mais eficaz, justamente pelo aspecto personalizado da mesma. Também é importante saber ouvir e falar com cada tipo de cliente. Para entender o seu cliente, clique aqui.

4. Informações organizadas
Defina e organize todas as informações relevantes da empresa, como normas de conduta, procedimentos de cada departamento, rotinas de trabalho, verificação de pagamentos, pedidos, etc. Sugerimos, nesse caso, que desenvolva um manual de procedimentos internos para que todas as informações estejam acessíveis e centralizadas.

5. Divisão de tarefas
Defina as tarefas de cada colaborador e de cada departamento da empresa, bem como promova a sinergia da equipe. Com o desenvolvimento do manual de procedimentos sugerido, todos os colaboradores de seu empreendimento podem ter a mesma base de aprendizado sobre os objetivos diários de trabalho.

6. Domínio do processo
O lojista deve ter domínio de todos os processos operados em sua loja virtual. Ainda que não exerça, é importante estar a par e entender todos os procedimentos, desde a visita do cliente à loja virtual até o contato de pós-venda. Dessa forma, a visão do lojista quanto aos próximos investimentos e melhorias será ampliada.

7. Controle do crescimento
Como dito inicialmente, sem planejamento e perspectiva o sucesso não pode ser mensurado nem alcançado. Nesse sentido, é imprescindível que o estabelecido como meta seja constantemente medido e avaliado para saber se os resultados são positivos ou negativos. Ao obter bons resultados, o lojista também precisa ter controle do crescimento de seu empreendimento, justamente, para determinar a expansão das fronteiras de sua loja virtual.