Negócios familiares vivem e lucram mais do que os outros

rede empreendedoraHá 20, 30 anos atrás, as pessoas propagavam a ideia de que empresas familiares fechavam as portas antes da terceira geração. Essa ideia intrigou o americano John L. Ward, especialista em gestão de empresas familiares e autor do livro “A empresa familiar como paradoxo”, lançado recentemente no Brasil pela Editora Bookman. “A partir daí refleti por que as pessoas pensavam desse jeito e, se isso fosse realidade, o que fazer para mudá-la”, afirma. Dono da consultoria The Family Business Consulting Group, especializada no tema, Ward está em visita ao Brasil para apresentar as descobertas de sua nova obra no evento Special Management Program HSM – Family Business, que acontece hoje (11) e amanhã (12) em São Paulo. Seu livro mostra que as pessoas que apregoavam a vida curta desse tipo de empresa estavam erradas. “Hoje os negócios familiares vivem mais e são mais lucrativos do que os outros”, afirma Ward.

A pesquisa do especialista mostrou, por exemplo, que empresas familiares têm 26% de retorno do capital investido em comparação à taxa de 21% das demais. Ainda assim, entramos em um dos paradoxos desse tipo de negócio: apesar de as empresas familiares durarem mais do que outros tipos de negócios e lucrarem mais, apenas 20% delas sobrevivem mais que 50 anos. Por que então esses empreendimentos não alcançam uma vida mais prolongada? “Administrar uma empresa familiar é difícil por causa dos problemas usuais que afligem a todas as demais, com o acréscimo dos problemas familiares”, diz.

Em seu estudo, Ward listou os principais motivos para essas companhias se dissolverem: a escolha de um parente em detrimento de alguém mais preparado; a dificuldade do fundador da empresa em passar seu legado para seus sucessores; a rivalidade entre os irmãos; familiares dispersos e alheios, principalmente a partir da terceira geração; o patrimônio encarado como mera possibilidade de liberdade financeira para os sucessores; e novas condições e dificuldades para continuar o negócio.

A maior dificuldade apontada por negócios ainda comandados pela primeira geração é passar o legado adiante (40%). Isso porque, em primeiro lugar, o fundador sente que está desistindo de sua identidade. “Ninguém vai sair por aí distribuindo cartões de visita com o cargo ‘Mãe ou Pai do CEO’”, brinca Ward. Em segundo e terceiro lugar, ao fazer isso, esses empresários sentem que estão perdendo o controle das finanças do negócio e da própria família, respectivamente.

Para superar esse medo, Ward afirma que os fundadores devem adotar um comportamento de protetores, de vigias do negócio, para que ele continue prosperando nas próximas gerações. Na segunda geração, formada pelos filhos, o especialista acredita que rivalidades e disputas devem ser deixadas de lado para uma administração que busque o crescimento do patrimônio. Já para a terceira, que pode ser formada por outros parentes e familiares, o comportamento ideal seria tratar a empresa mais do que apenas como um negócio, mas como um ativo emocional, parte constituinte da história da família.

O diferencial das empresas familiares
Em seu estudo, Ward também apontou alguns pontos fortes de empresas familiares. Segundo o especialista, 2/3 da taxa de sucesso desses negócios vêm de suas estratégias, geralmente não convencionais, contrárias às expectativas e de longo prazo.

O último 1/3 vem de suas culturas, que trazem valores fundamentais fortes, uma orientação temporal centrada tanto na história da empresa como nos projetos que estão por vir e a gestão de paradoxos como esse (o de equilibrar passado e futuro).

Fonte: Pequenas Empresas, Grandes Negócios

As cidades mais inovadoras do Brasil

Em locais tão distantes um do outro, como Belém do Pará e São Leopoldo, no Rio Grande do Sul, nasce – e cresce – um tipo raro de empreendedor. Nesses centros de geração de conhecimento e de mão de obra de qualidade, quem abre uma empresa não sonha com negócios comuns, mas sim com ideias que irão transformar a ciência, o campo e a tecnologia. Com a ajuda do Instituto Inovação, do Sebrae, do IBGE e de consultores, Pequenas Empresas & Grandes Negócios fez um levantamento de 45 bolsões brasileiros da inovação. São cidades nas cinco regiões do Brasil, em que empresários têm melhores condições para criar e atrair recursos. Sim, porque vem crescendo o capital, público e privado, destinado a negócios de fronteira.
AS CIDADES MAIS INOVADORAS DO PAÍS
Confira os 45 bolsões de inovação nas cinco regiões brasileiras

Filipe Borin
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Se no passado a falta de recursos era um dos principais impeditivos para o Brasil entrar no mapa da inovação mundial, hoje o cenário é outro. “Estamos longe do mundo ideal e bem melhor do que nas décadas passadas”, afirma Eduardo Costa, diretor de inovação da Finep, agência de inovação do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT). “Calculamos que 2% dos 5 milhões de empresas formais do país precisam inovar. Atendemos no máximo 3 mil de um universo de 100 mil”, afirma.

Por ano, a Finep disponibiliza uma verba de R$ 4 bilhões para inovação – desses, R$ 2 bilhões para pesquisas em universidades, R$ 1,2 bilhão para crédito subsidiado, R$ 700 milhões para subvenção e R$ 100 milhões para capital de risco. A verba é multiplicada em parcerias firmadas com fundos de investimento e governos estaduais. “A demanda é grande, daria para operar com pelo menos três vezes esse valor.”

AS FONTES DE RECURSOS PARA INOVAÇÃO, POR ESTADO | Saiba qual a verba disponível para investimentos em 2010

Filipe Borin

O MCT não é o único órgão que investe em inovação do país. As empresas brasileiras também podem recorrer aos programas do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), dos Bancos da Amazônia e do Nordeste, do Sebrae e de fundos de investimentos públicos e privados. De acordo com o Centro de Estudos em Private Equity e Venture Capital da FGV-Eaesp, os recursos só em venture capital somam no Brasil US$ 1,5 bilhão, o equivalente a R$ 2,7 bilhões. Com base em São Paulo, Rio de Janeiro, Bahia e Santa Catarina, os fundos garimpam empreendimentos inovadores em todo o país, com aportes entre R$ 50 mil e R$ 500 mil por empresa.

Um dos poucos programas voltados especificamente para a micro e pequena empresa, o SebraeTec de Inovação Tecnológica, por exemplo, disponibilizou R$ 32 milhões para cerca de 20 mil micro e pequenos empreendedores investirem em inovação em 2010. “A subvenção é de até 50% do projeto, em um teto de R$ 45 mil, porque nem toda inovação precisa de fortunas para ser implementada. Boa parte das empresas carece apenas de boa gestão”, diz Edson Fermann, diretor de inovação do Sebrae. Pesquisa feita pelo Sebrae-SP sinaliza que 39% dos empreendedores precisariam de impostos menores para realizar inovações em seus produtos, enquanto 22% necessitariam de empréstimos bancários para desengavetar seus projetos. Todavia, apenas 20% das empresas ouvidas vão atrás de cursos e consultorias para se diferenciar.

AS CIDADES QUE MAIS GERAM PATENTES

REGIÃO CENTRO-OESTE
Brasília (DF)

REGIÃO SUDESTE
São Paulo (SP)
Rio de Janeiro (RJ)
Belo Horizonte (MG)
Campinas (SP)
Guarulhos (SP)
São Bernardo do Campo (SP)
Franca (SP)
Bauru (SP)
São Carlos (SP)
Jundiaí (SP)
Osasco (SP)
Sorocaba (SP)
Marília (SP)
São Caetano
do Sul (SP)
Santo André (SP)
Contagem (MG)

REGIÃO SUL
Curitiba (PR)
Porto Alegre (RS)
Londrina (PR)
Joinville (SC)
Caxias do Sul (RS)
Blumenau (SC)
Novo Hamburgo (RS)
Passo Fundo (RS)
São Leopoldo (RS)
Criciúma (SC)
Canoas (RS)

FONTES: INPI, IBGE; ANÁLISE: INSTITUTO DE INOVAÇÃO


“Chega a sobrar dinheiro para investir em inovação em determinadas regiões do país, por falta de bons projetos”, afirma Carlos Henrique de Brito Cruz, diretor científico da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp). A questão é que grande parte das empresas não está preparada para inovar. Nem sequer sabe fazer um plano de negócios. Segundo Cruz, o que a maioria dos candidatos a investimentos encaminha aos órgãos de fomento é a especificação do produto e não o projeto de pesquisa que gerará algo inovador. “Falta orientação para os empresários calcularem os riscos e mostrarem onde está a inovação. Só assim conseguirão ter acesso às verbas”, afirma.

A análise é parecida fora dos centros públicos de pesquisa. “Tem muita ideia boa que se perde em todo o país por falta de preparo empresarial”, diz Frederico Greve, sócio da DGF Investimentos, responsável pelos fundos Fipac e Terra Viva, ambos voltados à inovação e com dinheiro em caixa para investir. Segundo Greve, mais da metade dos projetos analisados pelo fundo são encaminhados pelos próprios empreendedores. Mas a maioria dos aprovados é prospectada pela equipe da casa. Dos R$ 100 milhões disponíveis para o Fipac, foram investidos R$ 70 milhões em 14 empresas, todas do Sul e do Sudeste. “Não investimos mais porque os projetos submetidos à seleção até agora não preencheram os pré-requisitos exigidos pelo fundo”, afirma.

EMPRESAS COM POTENCIAL INOVADOR, POR REGIÃO | São 42.623 no Sudeste, 23.037 no Sul, 5.727 no Nordeste, 3.115 no Centro-oeste e 2.087 no Norte do Brasil (pequenas e médias)

Filipe Borin

Especialistas são unânimes: o caminho para melhorar a distribuição da inovação no país está no preparo das empresas. “É essencial investir em inovação. Mas ninguém coloca dinheiro em um negócio que não seja rentável, por mais revolucionário que seja”, diz Greve, da DGF Investimentos.

Fonte: Pequenas Empresas Grandes Negócios.

Alerj prorroga a validade do Fundo de Combate à Pobreza

Deputados na Alerj comemorando a prorrogação do FECPA prorrogação do Fundo de Combate à Pobreza e às Desigualdades Sociais (Fecp), que se encerraria no próximo dia 31, foi aprovada, em discussão única, pela Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), no último dia 14. A proposta passou na forma de um substitutivo da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), que anexou a proposta do Poder Executivo ao projeto de lei complementar 39/10 do deputado Luiz Paulo (PSDB). “Obedecemos ao ordenamento jurídico que aponta a proposta de lei complementar mais adequada, e levamos em conta a anterioridade do projeto do parlamentar”, argumentou o líder do Governo e presidente da CCJ, deputado Paulo Melo (PMDB). O projeto de lei complementar 39/10 segue agora para a sanção do governador com algumas alterações promovidas pela Casa, como o encurtamento em quatro anos do prazo inicialmente proposto pelo Governo: em vez de acabar em dezembro de 2018, o fundo se extinguirá em 31 de dezembro de 2014. Já a proposta inicial de Luiz Paulo mantinha o fundo apenas até o fim do ano que vem.

O Parlamento também manteve os adicionais às alíquotas de ICMS destinadas ao Fecp praticados hoje. Ao contrário do texto do Governo, que previa adicional único de 2%, o projeto aprovado mantém os adicionais de 5% para energia e telecomunicações e 1% para demais produtos (à exceção dos gêneros que compõem a cesta básica, material escolar, alguns medicamentos, gás e água e telefone residenciais); mas prevê a redução gradual do maior até a extinção de ambos em 2014. “Mantém-se os termos de hoje, 5% e 1%, não havendo nenhuma perda de receita para o governador em 2011. Já no ano de 2012, a alíquota de 5% cai para 4%, o que será mantido em 2013; e em 2014 a alíquota cai para 3%. Ao final de 2014 os adicionais serão extintos”, explicou Luiz Paulo em plenário.

O tucano também foi responsável por garantir que o adicional sobre telecomunicações e energia fosse tratado no texto de forma fracionada, com o cuidado de evitar possíveis alegações de inconstitucionalidade. Assim, o percentual sobre o ICMS nesses casos é definido como 2% – limite máximo constitucional, segundo lembra o parlamentar – ao qual será acrescido 3% em 2011, 2% em 2012 e 2013 e 1% em 2014. “Foi o meio de garantirmos a constitucionalidade da proposta”, alegou. O texto também incorporou emendas que isentam a geração de energia limpa (eólica, solar, entre outras) da taxação extra de ICMS. O governador terá 15 dias úteis para sancionar ou vetar a proposta.

Presente à votação, o secretário de Estado de Fazenda, Renato Villela, explicou que a não renovação do Fundo obrigaria o Governo do Estado a fazer cortes nos investimentos em ações suplementares na área social. “Esta área tem recebido mais investimentos nos últimos quatro anos”, assegurou. “Sobretudo Saúde e Educação”. Para ele, ainda que o Estado defendesse uma prorrogação maior, em quatro anos haverá tempo para que ajustes sejam feitos e a inexistência do fundo não gere menores investimentos no combate às desigualdades. “Com o tempo, promoveremos uma melhoria na gestão para que a redução na arrecadação que isso causará não implique em menos investimentos”, afirma. O Governo prevê uma arrecadação de R$ 2,5 bilhões no Fecp em 2011.

(texto de Fernanda Porto)

Fonte: Alerj Notícias

Conheça os novos recursos do Gw.net

O Gw.net é um Software para Automação Comercial, cujo desenvolvimento está focado especialmente para os negócios de  Lojas de Materiais de Construção, Lojas de Tintas, Lojas de Ferragens, Lojas de Material Elétrico e Home Centers.
Visando melhorar ainda mais os processos de gestão do Software para Automação Comercial Gw.net, disponibilizamos novos recursos para o sistema.

Confira a lista abaixo:

1 – Visualizar as notas na ficha financeira

Ao editar um titulo na ficha financeira de um cliente, foi incluído um botão de listar Notas Fiscais, nele o sistema apresenta todas as notas referentes a fatura selecionada.

2 – Auditoria Remota

Foi criado um recurso que controla as auditorias de limite de crédito, venda para cliente inativo e dias sem movimentação remotamente, ou seja, quando foram solicitada a auditoria no balcão, a tela de auditoria pendentes irá aparecer no escritório e avisando com um sinal sonoro e a venda ira aparecer na listagem de pendência para a liberação.

3 – Bloqueio de produto por modalidade

No cadastro de modalidade de pagamento foi incluída uma opção de BLOQUEIA PRODUTO, nesta opção informamos o produto que será bloqueado para tal modalidade, no ato da venda o sistema avisa que o produto não pode ser vendido na modalidade selecionada.

4 – Auditoria para bloquear desconto no total da venda

Na tela de preço por produto foi criado uma coluna com um Check-box onde o cliente marca o produto que irá bloquear o fechamento da venda caso tenha algum desconto no total da venda.

5 – Calculo metro cúbico

Na tela de venda, ao digitar a quantidade do produto o cliente pode pressionar a tecla F6 para informar os valores de comprimento, de largura e espessura que o sistema calcula a quantidade total. Com isso formando o metro cúbico.

6 – Comissão cliente vinculado

Este recurso tem por objetivo vincular a um determinado cliente, os clientes que o mesmo indicou e a cada venda desses clientes indicados, o cliente responsável recebe uma comissão, previamente cadastrada a porcentagem no cadastro do cliente vinculado.

7 – Controle de deposito

Foi criado no sistema um recurso para controle de depósitos, tal recurso não movimenta o financeiro, serve apenas como controle e conferencia.

8 – Módulo de cotação

Foi criado o processo de cotação de preços para a compra de produtos baseados no estoque mínimo e máximo de cada produto, podendo abrir uma sugestão de compra feita anteriormente pelo cliente. Ao importar a sugestão de compra o cliente pode exportar tais dados e passar para o fornecedor, para que informem seus respectivos preços. Quando o fornecedor retornar com as planilhas com seus preços respectivamente preenchidos a tela de cotação irá importar tais dados.Ao importar todas as planilhas de todos os fornecedores o sistema irá apresentar o menor preço em destaque, para que o comerciante possa decidir pela melhor compra.

9 – Desconto na modalidade de venda por tabela

Neste recurso temos como no cadastro da modalidade de venda informar o desconto máximo que pode ser dado em uma determinada tabela de preço e se tal modalidade permite fechar venda em uma determinada tabela de preço.

10 – Módulo de Devolução

Este novo módulo permite realizar a devolução nas modalidades FATURADO e DINHEIRO, na forma Faturada o sistema irá gerar um crédito na ficha financeira do cliente, na forma Dinheiro o sistema irá debitar esse valor do caixa.

11 – Controle de estoque por Lote

Este recurso permite que seja controlado o estoque por lote na entrada de nota e na venda.

12 – Ficha Financeira no Cadastro de Cliente

Na tela do cadastro de cliente foi incluído um botão para mostrar os títulos em aberto do cliente.

13 – Pesquisa de Marca na tela de venda

Na pesquisa de produto na venda foram incluídos filtros de pesquisa por descrição, marca, referência e EAN.

14 – Quantidade mínima de venda

O sistema controla a quantidade mínima de movimentação do produto, podendo só vender múltiplos dessa quantidade.

15 – Renegociação de duplicata

Ao editar um titulo na ficha financeira do cliente, o usuário pode clicar no botão RENEGOCIAÇÃO o usuário pode alterar o vencimento e dividir o titulo em N vezes.

16 – Visualizar as tabelas de preço na consulta Shift + F9

Este recurso irá mostrar na consulta de produto (Shift + F9) os preços das diferentes tabelas de preço.

Secretária da Fazenda do Estado do Rio prorroga prazo de implantação do PAF-ECF

A Secretaria de Fazenda do Estado do Rio de Janeiro decidiu prorrogar  até 31 de dezembro de 2011 o prazo para implantação do PAF-ECF (Programa de Aplicativo Fiscal – Emissor de Cupom Fiscal). O prazo estipulado anteriormente expiraria no próximo dia 30 de outubro.

O cronograma a vigorar é o seguinte:

RECEITA BRUTA ANUAL – 2009 PRAZO
Superior a R$ 2.400.000,00 (dois milhões e quatrocentos mil reais) 31 de março de 2011
Superior a R$ 720.000,00 (setecentos e vinte mil reais) até
R$ 2.400.000,00 (dois milhões de reais)
30 de junho de 2011
Superior a R$ 240.000,00 (duzentos e quarenta mil reais) até
R$ 720.000,00 (setecentos e vinte mil reais)
30 de setembro de 2011
Superior a R$ 120.000,00 (cento e vinte mil reais) até
R$ 240.000,00 (duzentos quarenta mil reais)
31 de dezembro de 2011

OBS: As empresas com faturamento até R$ 120 mil não precisam fazer nenhum ajuste.
Esta matéria ainda depende de publicação no Diário Oficial do Estado do Rio de Janeiro.

Fonte: Assessoria de Comunicação da Secretaria de Fazenda.

Link1: Secretária da Fazenda – Novo Cronograma de Instalação do PAF

Link2: Secretaria da Fazenda – Portal da Secretaria de Estado de Fazenda – RJ