O que acontece se o retorno do investimento não vem no tempo previsto?

“Os franqueadores passam aos possíveis franqueados muitos números, como o faturamento médio mensal, as taxas de propaganda e os royalties. No entanto, o faturamento é apenas uma média. Ou seja, isso não significa que o franqueado terá o mesmo faturamento. Mas e o tempo de retorno? Os franqueadores dizem o mínimo e o máximo de meses para o retorno de todo investimento – por exemplo, de 18 meses a 24 meses. Se eu fizer um investimento de R$ 260 mil e, até o final do 24° mês, não tiver alcançado o valor investido, qual será o procedimento? A franqueadora passa a estar errada? O que eu posso fazer?”

Caro Victor,

O investimento em franquia não é uma aplicação financeira pré-determinada. Os tempos e os retornos sempre são médios, pois dependem de vários fatores. Além da localização, é necessário avaliar o ponto de maturação, que é diferente para cada negócio. Por exemplo: se uma unidade for aberta em uma área residencial nova, onde muitas construções ainda estão sendo terminadas, em teoria, isso deverá alongar o prazo de retorno, mas o potencial futuro será muito bom.

Outro fator a ser considerado é a operação do negócio. Muitas vezes o franqueado não está totalmente comprometido com o negócio, não consegue reunir uma boa equipe de trabalho ou, por falta de supervisão, sofre desvios de estoque ou tem desperdícios acima do possível. A melhor política é avaliar sempre com o franqueador a performance da unidade ao longo do tempo, para evitar surpresas.

Fonte: Pequenas Empresas Grandes Negócios

Mudança no Simples pode beneficiar milhões de empresas

O projeto de Lei Complementar (PLP) 87/11, aprovado pela Câmara dos Deputados, pode beneficiar mais de 5,3 milhões de empresas no Simples Nacional, conforme avalia o gerente de Políticas Públicas do Sebrae, Bruno Quick. Entre as medidas, o projeto ajusta em 50% as faixas e o teto da receita bruta anual dos micro e pequenos negócios do Simples e cria o parcelamento de débitos de empresas que integram este regime especial de tributação.

As mudanças foram comemoradas por parlamentares, integrantes de entidades empresariais e do Sebrae. “Ampliar as faixas do Simples permite que as empresas possam se desenvolver”, diz Bruno Quick, explicando que, muitas vezes, esses empreendimentos evitam crescer para não estourar o teto de receita exigido e não serem excluídas do sistema.

Bruno Quick lembra a necessidade de continuar buscando o fim da cobrança do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS) via substituição tributária, o que prejudica as empresas do Simples Nacional, e incluir novas categorias econômicas no sistema. Estas questões estavam no Projeto de Lei Complementar 591/11, que também tramitava na Câmara dos Deputados, mas que não foi apreciado por acordo entre parlamentares e governos estaduais.

Grandes incentivos

“Só o ajuste nas faixas do Simples e o parcelamento de débitos de empresas do sistema já são grandes incentivos”, avalia o presidente da Confederação Nacional das Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Comicro), José Tarcísio da Silva. Ele defende articulações no Senado para incluir no projeto o fim da cobrança do ICMS via substituição tributária para os pequenos negócios e pela inclusão de novas categorias no sistema.

No geral, a decisão da Câmara agradou. “Foi a melhor notícia do ponto de vista de política pública para os pequenos negócios”, considera o superintendente do Sebrae no Rio Grande do Norte, Zeca Melo, que acompanhou a votação.

O vice-presidente da Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB) e integrante do Conselho Deliberativo Nacional do Sebrae Nacional, Luiz Carlos Furtado Neves, destaca os impactos positivos da medida, lembrando que os micro e pequenos negócios são maioria no país. “A CACB tem 2,3 mil associações que, juntas, reúnem mais de 2 milhões de empresas. Destas, 95% são micro e pequenos negócios”, exemplifica.

O secretário-executivo do Simples Nacional, Silas Santiago, lembra que com o projeto aprovado e a lei sancionada, ainda este ano já começam a valer benefícios como o parcelamento de débitos de empresas do Simples. “Isso se estenderá a quase 500 mil empresas ”, diz.

Ex-presidente da Frente Parlamentar Mista da Micro e Pequena Empresa no Congresso Nacional, o ex-deputado Claudio Vignatti também acompanhou a votação. Ele lamenta especialmente que os acordos para aprovação do projeto tenham deixado de fora pontos como a solução da cobrança do ICMS e a inclusão de novas empresas no sistema. “Em matéria tributária, se não ocorre acordo, há problemas para sua aprovação”, observa.

Evento no Rio discute plano de ação para produção e consumo sustentável.

Planeta Terra

Planeta Terra

Apresentar casos de produção e consumo sustentáveis e como estes podem contribuir para o Plano de Ação para Produção e Consumo Sustentáveis (PPCS) são as principais metas do evento Diálogo Setorial sobre Produção e Consumo Sustentáveis que se realizará no dia 3 de novembro de 2010, das 14h às 16h30. O evento é realizado pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA), o Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável (Cebds) e a Fecomércio-RJ. O encontro será na sede da Fecomércio-RJ.

O objetivo do evento é reunir empresários, governo, academia e sociedade civil para um balanço do impacto dessas ações na implementação do PPCS. Serão discutidos, ainda, temas como Varejo e Construção Sustentável.

Para outras informações e inscrições, enviar um e-mail para ana.saint@mma.gov.br

O PLANO

O PPCS foi elaborado no âmbito do Comitê Gestor de Produção e Consumo Sustentáveis, sob a coordenação do Ministério do Meio Ambiente, e encontra-se atualmente disponível, até o dia 11 de novembro, para consulta pública no site http://www.mma.gov.br/ppcs.

O plano é um conjunto de ações articuladas do governo, do setor privado e da sociedade civil com o objetivo de promover a adoção de padrões de produção e consumo mais sustentáveis. Ele é a resposta do governo brasileiro aos compromissos assumidos no âmbito do Processo de Marrakech, que exorta os países participantes a elaborarem seu Plano Nacional de PCS.

O objetivo geral do Plano é fomentar no Brasil um vigoroso e contínuo processo de ampliação de ações alinhadas ao conceito de produção e consumo sustentáveis, compartilhando com os nossos parceiros nacionais e internacionais o esforço por promover também a sustentabilidade no plano global. Seu objetivo específico é fornecer as diretrizes básicas e eleger as prioridades para que um conjunto de ações cabíveis, articuladas entre si, possam efetivar mudanças expressivas e mensuráveis, tanto nos padrões de consumo como de produção, que possam ser reconhecidos como mais sustentáveis.

SERVIÇO

Diálogo Setorial sobre Produção e Consumo Sustentáveis

Data: 3 de novembro

Hora: 14h às 16h30

Local: auditório da Fecomércio-RJ

Endereço: Rua Marquês de Abrantes, 99 – Flamengo – Rio de Janeiro – RJ – CEP 22230-060

Gw.net contempla o código NCM no cadastro de produtos

Nomenclatura Comum do Mercosul

nfeO Brasil, como Parte Contratante da Convenção Internacional sobre o Sistema Harmonizado de Designação e de Codificação de Mercadorias, adota, desde 1989, a Nomenclatura do Sistema Harmonizado (SH) para a elaboração
da Nomenclatura Brasileira de Mercadorias (NBM), acrescendo ao código numérico de seis dígitos do SH mais dois níveis de subdivisões com dois pares de dígitos (itens e subitens). A NBM baseada no SH foi estruturada inicialmente
com a composição numérica de dez dígitos. Leia mais…

Quero montar uma loja virtual! Por onde começar? – Parte 2

Se as iniciativas empresariais para abertura de uma loja no ambiente físico já exige muito planejamento, o empreendedorismo digital requer um planejamento um pouco mais amplo, para que os objetivos sejam alcançados com a minimização de custos e maximização de resultados. Preparamos algumas dicas que irão facilitar a sua vida. Leia mais…