Saiba negociar eficazmente para obter sucesso

No atual panorama brasileiro, após o “tsunami” na economia global, estamos com reais perspectivas de agregar ganhos, com a moeda estável, maior exposição ao mercado, grande atração de capitais externos (via bolsa e investimentos diretos) e maior presença do Brasil nos fóruns internacionais.

Uma ferramenta comprovadamente positiva, de baixo custo e concretos resultados para ajudar a você e sua Organização existe e pode ser aperfeiçoada : – a negociação. Para sua eficaz utilização e resultados positivos é necessário que se busque alocar recursos humanos treinados e motivados a par da experiência em negociação intra e extra-organização.

Sem pretender esgotar o tema aqui apresento um pequeno roteiro que você poderá utilizar e ampliar, consideradas as variáveis de ambiente e cultura organizacional:

1- PENSE ESTRATEGICAMENTE
Identifique as ações de repercussão estratégica e ligadas à missão corporativa assim como aquelas cujo custo possa influir na produtividade, lucratividade e imagem institucional. Estas serão objeto de permanente negociação interna e externa e poderão resultar em efetivos ganhos.

2- FAÇA A PREPARAÇÃO
Toda negociação tem três etapas que determinam o fluxo agregador em seu processo: a) planejamento das ações, b) execução do evento e c) controle dos resultados.

Logo a preparação é o ponto de partida: você só poderá negociar se tiver condições de planejar detalhadamente, conhecendo não só o objeto e as alternativas para a implementação do evento como também tendo acesso a todas as variáveis internas e externas que o influenciam, sejam elas, econômicas, financeiras, políticas, sociais, ecológicas e outras que se fizerem necessárias.

3- FAÇA UM ‘’INSIGHT’’
Para que estas ações tenham êxito será importante você implementar antes uma pré- negociação interna buscando de seus colaboradores todas as informações , experiências e sugestões aplicáveis, além de recorrer a seu banco de dados de eventos anteriores. Deste modo sua posição estará sendo fortalecida desde antes da execução do evento negocial.

4 – SONDE O AMBIENTE EXTERNO
Antes de negociar externamente, com clientes, fornecedores, bancos, autoridades ou sindicatos, por exemplo, faça uma ampla sondagem no ambiente externo, verificando como as tendências sócio-econômicas, culturais, ecológicas e políticas poderão direta ou indiretamente influenciar na transação no curto, médio e longo prazos. Visto esta sondagem ser sujeita a mudanças e imprevistos é importante rechecar e avaliar os fatos continuamente no decorrer do processo de negociação.

5- ESTABELEÇA UM MACRO – OBJETIVO
Isto balizará suas ações estratégicas e servirá de parâmetro para o estabelecimento de objetivos secundários além de clarificar suas melhores alternativas para acordos. É importante que sejam objetivos realistas, efetivamente alcançáveis e flexíveis possibilitando seu ajustamento durante a realização da negociação. Tenha em mente que sua implementação é um jogo de incertezas pois nunca se sabe ao certo quais as ações e reações da outra parte.

6 – AJA COM E EXIJA ÉTICA
Peter Drucker disse: “quanto mais bem sucedido for o administrador maior terá que ser sua integridade” para que sirva de estímulo e exemplo aos outros.

A Exxon Education Foundation após longos estudos concluiu que “a ética aumenta a produtividade, reduz conflitos e reforça a empresa. Uma sólida base ética ajuda os administradores a conviverem com abruptas mudanças”.Você negociando e exigindo ética nas negociações capitalizará credibilidade, respeito, confiança e servirá de positivo exemplo para os demais negociadores.

E finalmente implemente uma ação que pode determinar o sucesso ou insucesso em uma negociação:

8 – OUVIR E FAZER-SE OUVIR
Ouvir na negociação é algo mais que simplesmente escutar. Trata-se da habilidade para reconhecer as mensagens do interlocutor, decodificando-as, interpretando-as e dali identificando o que é determinante ao processo na busca de um acordo.

Se você é um bom ouvinte, ótimo! Mas é necessário que você procure fazer do outro negociador também um bom ouvinte e real receptor para suas mensagens pois assim abrir-se-á a possibilidade de sinergia e cooperação que levarão ao entendimento rumo ao fechamento da negociação em um acordo realmente de valor.

FONTE: Visão do Empreendedor.

Planejamento em E-Commerce (2º parte)

Planejar o projeto de e-commerce aumenta chances de sucesso.

Foi o que aconteceu com Alan Soares de Lima, de 24 anos, dono da HTS do Brasil, especializada em venda de peças automotivas. Há seis anos no mercado, a empresa surgiu com um canal de vendas por telefone. Há quatro, Lima montou um site institucional e começou a vender peças também pela internet, mas não obteve resultado satisfatório.

No início deste ano, ele decidiu fazer dois cursos de curta duração, um sobre e-commerce e outro sobre marketing digital. Aos poucos, começou a aplicar no site da empresa as técnicas aprendidas. “Para aumentar o número de acessos, investi em links patrocinados, que fizeram minha loja aparecer no topo dos sites de pesquisa”, diz.

Lima também mudou os sistemas de logística, gestão e o layout. O resultado do investimento – cerca de R$ 8 mil com os cursos e R$ 22 mil com o novo sistema – apareceu no mês seguinte. O faturamento triplicou de R$ 35 mil para R$ 110 mil. Hoje, 80% das vendas são pela internet. “Também economizei com telefone e com os vendedores, já que não precisava pagar comissão. Assim, reduzi o preço dos produtos”, conta.

Link para a 1ª parte da matéria sobre planejamento em e-commerce.

Leia essas dicas para um e-commerce de sucesso


Dicas para o sucesso no ecommerceUma loja virtual de sucesso não surge da noite para o dia e existem algumas dicas essenciais para quem deseja ingressar no comércio eletrônico. Em 2009, o e-commerce no Brasil movimentou cerca de 210 bilhões de reais em negócios. Os números sobre negócios realizados em loja virtuais brasileiras, divulgados pela FGV-EAESP, representam somados os valores das transações negócio a negócio (B2B), de 150 bilhões de reais, e negócio a consumidor (B2C), de 60 bilhões de reais.

Porém, embora os números sejam bastante positivos e o mercado promissor, é preciso corresponder à expectativa de seus consumidores online.

Para isso, o GetElastic elaborou essa lista sobre o que seus clientes esperam de uma loja virtual, baseando-se numa pesquisa elaborada pela OneUpWeb. Veja as conclusões do estudo:

Clareza nos preços – Um dos principais motivos que levam à desistência da compra. Seja objetivo e coloque o seu diferencial. O consumidor vai adorar a sua transparência e vai ganhar confiança.

Credibilidade e segurança – Para oferecer uma experiência de navegação agradável ao usuário, é aconselhável ter um design clean, além de normas de segurança, classificação dos produtos e um endereço para ajuda. Crie uma navegação intuitiva e várias formas de interação imediata. Não deixe a dúvida do cliente inviabilizar a compra.

Exposição do produto – Não basta apenas expor seu produto, mas também buscar uma forma de manter seu consumidor interessado em explorar o site. Já pensou em colocar um pequeno vídeo do produto na página de detalhes? Não? Saiba que isso aumenta em muito a sua taxa de conversão.

Design da loja – Conta muito na hora de se apresentar como confiável e mais ainda, deve ser dirigido ao seu público. Um bom exemplo é o de lojas voltadas para os adolescentes.

Cálculo imediato – Mostre o preço final do produto, incluindo taxas de entrega, descontos e demais valores. O consumidor quer saber exatamente o que vai estar pagando e por isso, se antecipe e forneça o mais rápido possível estes dados.

Canal de procura – Quanto maior seu catálogo de produtos, maior a importância de facilitar a busca de seus consumidores de uma maneira direta. Procure também por ferramentas capazes de sugerir produtos alinhados ao que ele procura. Não se esqueça que a compra de impulso é geralmente a mais irresistível e mais vantajosa.

Privacidade – Não basta apenas ter uma declaração de privacidade, mas uma capaz de permitir que seu cliente encontre as informações necessárias. Declaração de privacidade todo mundo tem, ou pelo menos deveria, mas deixar ela pública e acessível é outra estória.

Opinião dos consumidores – Muitos estudos mostram a importância de ter um espaço dedicado à testemunhos e comentários de outros usuários. Saber o que as pessoas que compram em sua loja acham do seu procedimento ajuda a criar uma imagem mais propícia às compras.

Serviço ao consumidor – Nada menos que 76% dos clientes querem mais informações à respeito dos produtos que desejam. Um serviço online pode reduzir o número de desistências e facilitar a comunicação entre empresa e consumidor. Os sistemas de atendimento on-line são ótimos para isso.

Direcionamento para redes sociais – Um em cada cinco consumidores querem compartilhar informações através de suas redes sociais. Coloque ferramentas fáceis para a transmissão dessas informações. Você sabia que consumidores que conhecem lojas pelas redes sociais tem muito mais chances de comprar em sua loja?

Fonte: Blog do E-Commerce